Blue Eyes

Blue Eyes

domingo, 3 de agosto de 2014

Clima propício ao jogo erótico.

Uma visão absolutamente erótica e poética. O atrevimento sensual e subtil estava a levar-nos para o erotismo puro desprovido de qualquer pudor e malícia.
Miss Blue Eyes estava cheia de tesão a masturbar-se com convicção e a lançar-me uns olhares de provocação à medida que o fazia. Mostrei-lhe que também estava com tesão apresentando-lhe o meu pau de bandeira. Olhou-me de tal modo que os olhos da Miss Blue Eyes se reviraram de tanta excitação.
No acto, afastei-lhe mais as pernas e enterrei a minha cara no meio delas. Comecei a fazer-lhe um minete. Ela encaixou-se na minha boca como se um relojoeiro estivesse a encaixar uma peça de precisão. Tinha a cona excitadíssima e fervilhante. Estava inchada e entumecida. Como eu adorei lamber aquela carne, saborear aqueles líquidos e sentir-lhe o cheiro de gata com cio! 
Deitou-me no chão, pôs-se de cócoras sobre a minha cabeça, e começou a cavalgar na minha cara, roçando-se num frenesim infernal a minha boca e língua na cona e no cu. Depois, debruçando-se sobre mim, começou a chupar e a engolir a minha verga.
Momentos ultra excitantes.
A Miss Blue Eyes gemia, estava a entregar-se ao prazer. 
Disse à Miss Blue Eyes para se pôr de novo de cócoras e comecei a lamber-lhe as partes íntimas. Ela adora que eu lhe faça o beijo negro. Geme de prazer sempre que a minha língua passa pelo cu, ora apertadinho, ora descontraído. Para saborear melhor esse prazer, afasta as nádegas com as mãos para eu chegar melhor com a língua ás partes mais escondidas. Continuo a lamber-lhe a cona sedenta de prazer e húmida, ao mesmo tempo que lhe introduzo o dedo no cu. Solta um gemido de prazer e pede para enterrá-lo mais.
Foço-o e continuo com um movimento de vai vem. Com um outro dedo da mesma mão, o polegar, introduzo-o na cona. A sensação dos dois dedos, cada um em seu buraco é indescritível. Ela cada vez geme mais e o seu respirar torna-se mais ofegante. Eu delicio-me com isso e o meu caralho cada vez está mais duro e prestes a rebentar.
Deslizei-me por baixo da Miss Blue Eyes e pus-me em posição para mudar para o 69. A minha língua começou no vai vem pelo rego das nádegas e ia lambendo-lhe alternadamente a cona e o cu. Ela ia chupando o meu caralho. Ora engolia-o, ora lambia-o como um gelado. A nossa respiração ia aumentando de ritmo e tínhamos de parar de vez em quando para tomar fôlego e para que não nos viéssemos de seguida.
Após alguns momentos, deitei-me de costas e, a Miss Blue Eyes de cócoras, introduziu o meu vergalho na cona húmida. Miss Blue Eyes gritou de prazer!. 
A Miss Blue Eyes dançava em cima do meu caralho. Ora para cima e para baixo, ora em movimentos circulares com o caralho todo enterrado. De vez em quando endireitava-se o que me permitia apalpar-lhe as mamas. Outras vezes baixava-se e permitia que eu lambesse e chupasse os mamilos hirtos e erectos.
Estávamos quase em êxtase!
Trocámos de posição. Ficámos de lado com a Miss Blue Eyes de costas para mim. Enfiei-lhe o vergalho novamente. Ao mesmo tempo ia-lhe tocando no grelinho. Senti que ela estava quase a vir-se pois estava a ficar tensa e a começar a curvar a coluna. O ritmo dos gemidos ia aumentando.
Miss Blue Eyes veio-se como há muito tempo não se vinha. Fez-me um linguado e ficou aninhada em mim.
Eu continuei a roçar-me no rego dela para manter a tesão.
A Miss Blue Eyes desaninhou-se e começou a chupar-me o pau outra vez. Cada vez estava melhor. Quando achou que estava ás medidas dela, aninhou-se outra vez de lado, e levou-me o pau à cona. Ajeitou-o e encostou-se para ele entrar. Gritou de prazer. Começou a balancear-se ao ritmo dela. À medida que a excitação ia aumentando mais se encostava a mim para o enterrar mais. Senti que se estava a masturbar, pois, de vez em quando, apalpava-me os testículos com a mão húmida dos seus líquidos. Não durou muito a vir-se novamente.
Eu, que já estava a estourar, deixei vir-me também.
Vim-me bem fundo na cona da Miss Blue Eyes, senti e ela também, aquele jacto de esperma inundá-la gloriosamente. Senti o meu caralho teso a saltar dentro daquela cona húmida.
Vim-me como nunca me tinha vindo. Foi uma profusão de sentimentos que é difícil de descrever. Só passando por essa experiência se poderá entender.



Sem comentários:

Enviar um comentário