Blue Eyes

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quarta-feira, 24 de junho de 2015

Urgências

Sinto a mão dele...
O meu corpo está encostado ao dele e sinto o volume rijo, eu suspiro.
Ele encostou-se ainda mais, sentindo-me por trás, já não posso segurá-lo, e nem a mim, entrego-me aos beijos, não consigo segurar a vontade de o sentir.
Mãos dele são quentes e ágeis. Uma passeia pelas minhas costas e outra pelos meus seios.
Viro-me tirando a camisa dele e beijo-lhe o pescoço. Ele agarra-me pela cintura, abre-me as minhas pernas, e com a mão vai subindo até à minha grutinha, enquanto beija-me os meus seios ainda cobertos pelo vestido.
A boca é deliciosa, a respiração incendeia-me e minha gruta deseja senti-lo bem dentro.
Puxa-me os cabelos, morde-me os seios e eu grito.
As mãos descem e sobem, levantando o meu vestido. Ele beija a minha barriga, e desce as mãos novamente, e tira as minhas cuecas.
Beija-me, mordisca-me, e começa a lamber de uma maneira única.
Eu perco os sentidos e «só quero explodir de prazer.
Aquela boca é tão boa! Eu grito no auge do meu orgasmo e alivio-me.
Sem descanso eu mando-o deitar, preciso de retribuir aquele orgasmo precioso. Tiro-lhe as calças com apetite e aprecio aquele mastro teso.
Começo a chupar-lhe a cabeça, e logo coloco metade na minha boca.
Circulo com a minha língua naquela cabeça deliciosa e depois volto a colocar na minha boca.
Não paro até sentir a esporra, engulo todo.
Tirou-me o vestido e colocou-me de quatro, à cadela como eu gosto, e encaixou o pau na minha gruta húmida. Senti as estocadas, com fúria, o pau todo dentro de mim.
Ele vem-se novamente e em seguida com algumas pinocadas eu estou a explodir deliciosamente, mais uma vez.

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