Blue Eyes

Blue Eyes

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

As roupas no chão.

Engolida por ele.
Sabia-me bem começar assim...
Beijou-me a nuca, as orelhas, os ombros.
O seu membro, já bem teso, convidou-me a abrir as pernas.
E fui assim penetrada pela primeira vez, de uma só vez, em pé, traseiro ligeiramente empinado e mamas coladas à parede.
Estivemos assim, naquele vaivém delicioso até ele se esporrar todo dentro de mim.
Beijou-me a boca, o queixo, o pescoço, as mamas.
Levanto a cabeça, olho-o nos olhos que entretanto se ergueram para os meus. Vejo-lhe a língua, concentradíssima numa fricção rigorosa que me provocava uma excitação cada vez mais crescente. As minhas mamas ficavam cada vez mais duras, mais tesas.
A minha cona estava completamente babada.
Virou-me de costas. Não ofereci resistência. Desejava ser penetrada com fúria, sem fôlego... sentir aquela carne latejante a rasgar-me a cona até me vir.
Gemi!
Sentia a carne a perfurar a entrada.
Pedi-lhe mais.
Pedi-lhe que o enterrasse todo.
Obediente, enfiou-o dentro de mim brutalmente, invadindo-me as entranhas até ao limite.
Acolhi-o na minha cona babada.
Puxou-me os cabelos, fazia-me arder de tesão.
Ali dois corpos em perfeita harmonia.
Dois corpos unidos em si.
O caralho dele a enterrar-se em mim sem dó nem piedade.
Derramei sobre aquele caralho, o mais intenso dos meus orgasmos, deixando-o todo molhado pelo prazer que me tinha provocado.

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