Blue Eyes

Blue Eyes

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Olhar penetrante

Senti um olhar penetrante.
Instintivamente levantei os olhos e vi o meu Mr Blue Eyes a olhar-me de cima a baixo com um ligeiro sorriso. 
Quando os olhos se encontraram, o sorriso abriu, inclinou-se ligeiramente na minha direcção e disse:
- Obrigado! 
- Porquê? Pergunteiem voz baixa.
- Pela vista magnífica.
Um misto de sensações assaltou-me.
- Hoje és a coisa mais interessante do meu dia.
- Mas porque, perguntei.
- Porque quero te beijar, despir, desfrutar de ti.
- Que lata!
- Talvez! É simplesmente a assunção de um desejo. Igual ao teu…
E dizendo isto, aproximou-se, tocando-me na minha mama de mamilo espetado, beijou-me intensamente. 
Tremia. Era impossível não corresponder! 
As roupas começaram a saltar, expondo os corpos inquietos, ansiosos, inchados de tesão. 
As mãos percorriam cada centimetro da minha pele, a língua penetrava a minha boca.
Chupava as minhas mamas e descia até à barriga e voltava a subir.
As minhas mãos, a minha língua, exploravam, procurando o caralho dele que 
sentia a saltar para fora.
Queria prová-lo! Lambê-lo! Chupá-lo!
Mr Blue Eyes abre as minhas pernas, procura a minha gruta encharcada, inchada, cheia de tesão.
Os dedos passeiam dentro de mim.
Com a língua vou passeando, provando, chupando-o, engolindo, devagar, gulosamente.
Faço-o passar entre as mamas, para cima e para baixo, lambendo sempre que podia.
Os dedos dele não paravam!
Exploravam, exigiam!
A minha boca continuava lamber, a chupar.
Sem controlo, explodi!
Vim-me intensamente, enquanto ele me tirava o caralho da boca e abocanhava a cona, saboreando o prazer.
Eu queria mais! 
-Fode-me! – disse-lhe - Toda!
Levantou-me as pernas, prendendo-as com os ombros e enterrou- se.
Devagar, até ao fundo, uma vez e outra. A intensidade aumentou, a força também. 
Levantei-me, fui para cima dele, abri-me para ele, agarrei naquele caralho e  enterrei todo dentro de  mim, eu queria “engoli-lo” todo. 
Fodi, e fodi a mim e a ele! 
Depressa e mais depressa e com mais força, enterrando todo mais e mais e mais até que ambos explodimos num orgasmo.
Exaustos, levantámo-nos sem nada dizer, sorrindo apenas, partilhando cumplicidade.

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