Blue Eyes

Blue Eyes

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Desejo-te

De te tocar. Beijar. Falar. Passei a desejar-te ainda mais.
Da vontade que o meu corpo manifesta quando detalho cada toque.
Cada beijo.
Cada caricia.
Isto é prazer.
É prazer aquilo que o meu corpo te oferece.
É prazer tudo o que quero obter do teu.
Sem sustos. Sem receios. Somente degustar cada pedaço de volúpia que tu me fazes sentir.
Sim, tu. Porque é o teu corpo.
É a tua boca. São as tuas mãos. São os teus dedos. É o teu sexo que quero sentir excitado contra o meu corpo.
Não uma parte de ti. Mas tu como um todo.
Só assim eu vejo o prazer.
Só assim o sinto.
Isto é desejo. É luxúria.
É desejo sempre que fecho os olhos e a tua boca percorre o meu corpo. É desejo quando os teus dedos me tocam da forma como sabes que mais me excita.
É luxúria sempre que a minha boca te leva ao orgasmo.
Uma e outra vez.
É luxúria de cada vez que me sentes a penetrar-te o corpo.
Com a língua.
Com os meus dedos.
Com o meu sexo.
Nas posições mais loucas que nos deixam ofegantes, loucos.
É desejo querer ter-te a gemer enquanto abro a boca e deixo que a tua gruta descarregue nos meus lábios.
É desejo olhar para ti, enquanto saboreio o teu gosto.
Espera.
Terei esquecido algo? Sim.
Ajoelhada à minha frente.
O desejo nos teus olhos.
A excitação do teu corpo deixando-te molhada e a ponto de teres um orgasmo naquele momento, só por saberes o prazer que te dou.
É luxúria deixar que os meus dedos se enrolem nos teus cabelos enquanto me chupas e eu gritas.
É luxúria não nos impor quaisquer limites ao prazer.
Nenhum.
Entre nós não há limites.
Nunca houve.
Tudo isto é prazer.
Luxúria.
Volúpia.
Desejo.
Saber que damos tudo um ao outro.
Entrega total.
Saber que posso ter contigo o maior prazer.
Precisamente porque não existem limites ao que queremos um do outro.
Nós dois. Só nós.
Ao êxtase.
Quero-te. Sim. Desejo-te.
Quero a tua boca no meu corpo.
Quero as tuas mãos a deslizarem na minha pele, coberta do suor dos dois.
Queres os meus dedos a levarem-te à loucura.
Quero ver os teus olhos repletos de desejo.
De luxúria.
De vontade.
Queres sentir o meu sexo excitado a invadir o teu corpo...
Ter-me.
Queres ter-me entre as tuas mãos. Quero ter-te a gemer no meu ouvido.
Queres ter-me a penetrar-te.
Fortemente.
Docemente.
Rápido.
Lento.
Leve.
Profundo.
Isto é quereres ter-me. Isto é desejar-me.
Quero que me beijes.
Que me fodas.
Quero chupar-te a cona.
Quero ouvir-te gritar.
Queres que a minha boca te leve ao orgasmo.
Não uma, mas mil vezes.
Quero que tu te venhas para mim.
Quero ver-te a ter prazer.
O prazer que eu te dei.
Isto… é desejo.
É luxúria.
Sem receios.
Sem hesitações.
Sem dúvidas.
Por ti.
Porque tu és um todo.
Tu és dona da boca que desejo, das mãos que eu quero, dos dedos que sinto, do sexo que eu invado.
Não desejo uma parte de ti.
Desejo-te como um todo.
Sempre foi assim.
Não mudou em nada.
Não quero ter de medir palavras no que digo.
Quero dizer tudo o que me apetece:
Dizer-te o prazer que me fazes sentir, dizer-te como te quero ter, como anseio estar contigo. Como a tua boca me seduz, como a tua voz me faz imaginar prazeres sem fim.
Quero dizer-te que a minha vontade é que as tuas mãos me agarrem e me digas com o olhar o que queres fazer comigo.
O que anseias que te faça.
E quase gritas um sim.
A tudo.
Haverá dúvidas do que te faço?
Do que te dou?
Do que me dás?
Do que me fazes?
Do que quero e do que tu queres?
Haverá dúvidas que adoramos foder loucamente!!!!!

Cheia de desejo

Mr Blue Eyes agarrou-me, passou a mão pelas minhas pernas para baixo e para cima.
Como estava sem cuecas, começou a masturbar-me muito devagar.
A excitação só aumentava, as mamas duras e os bicos espetados. Eu estava a escorrer e ansiosa por foder.
Meti a minha mão nas calças e senti-o a endurecer, agarrei, acariciei fazendo pressão.
Estava na hora.
Estava pronta para ser bem fodida.
Ele agarrou-me com força, puxou-me para perto, segurou-me pelos cabelos. Fiquei sem o vestido.
Ele chupou-me as amas com força, deixando-me louca.
Eu baixei as calças dele, puxando-o para mim, queria aquele caralho dentro de mim naquele momento, incapaz de esperar mais.
Ele penetrou forte e profundo.
Fodíamos loucamente!!!
Cada vez mais excitados. Eu gritava.
Eu explodia como uma louca, tinha orgasmo atrás de orgasmo.
Ele veio-se, respirando em cima das minhas mamas, puxando-me pelas nádegas mais para ele, exausto e satisfeito!!!
Estava tão satisfeita…..

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Vontades

Provocando sensações e arrepios...
Queriam beijar-se, lamber-se e o que mais os desejos as levasse.
Entraram no quarto, os seus corpo desejavam-se com aquela avidez que só quem já sentiu imagina.
Colaram as bocas e como nuas que estavam, as mamas colaram- se.
As conas tocavam-se e o tesão aumentava.
Começaram a disfrutar do sabor daqueles corpos, do sabor daquelas peles, a dar as suas coninhas na boca de cada uma.
Entre beijos e caricias o calor ía aumentando.
Beijavam-se, lambiam...
Assim foi, o tesão era muito.
As mãos percorriam os corpos, as mamas eram beijadas, os bicos eram mordiscados o que aumentava a vontade de se virem com mais intensidade.
Explodiram em prazeres... Gritos e gemidos saíam daquelas bocas.
Cansadas colaram os corpos lado a lado realçando as suas coninhas inchadas ...
Queriam foder, as duas....
Assim foram... Toca-se de parceiras... e fode-se, fode-se muito toda a noite.

Momento

Naquele momento... Algo importante iria acontecer.
Colocou a mão nas minhas calças, abriu a braguilha e tirou o meu caralho duro para fora.
Não disse nada.
Limitei-me a apreciar aquelas festas sensuais que tanto me estavam agradar.
- Quero foder! Não há meios termos. Quero-te foder e quero que me fodas ...
Entendido?!!!
Deita-te no chão, ordenou.
Obedeci num ápice.
A Miss Blue Eyes estava com muita vontade em foder!
Pôs uma perna de cada lado do meu corpo e foi descendo até toda a cona ficar em contacto com a cabeça do caralho.
- Gosto de me roçar no teu caralho. 
- Vou vir assim, a roçar queres ?
Diz-me macho queres? Queres?
- Sente o mel a lubrificar o teu caralho, sente fodilhão.
Eu estava simplesmente doido, mas deliciado! 
Aquele roça roça estava a excitar-me demais.
- Oh!  gemi.
- Fazes tão bem... isso faz isso... tão bem,  faz.....!
- Gostas? Gostas meu macho, meu fodilhão, gostas macho.
Roçando ainda mais o grelo no meu caralho.
- Sim... sim sim sim sim..... respondi superexcitado.
- Ah é... gostas... então vais gostar mais!
Levantou-se um pouco, agarrou no meu caralho e apontando-o à entrada da cona.
- Ahhhh!... gemeu e enterrou.
- Como é bom sentir as paredes da minha cona alargadas pelo teu caralho!
Eu estava delirante com os movimentos suaves dela a cavalgar-me.
Aumentou um pouco o ritmo dos seus movimentos para cima e para baixo.
Estava a portar-se como uma puta. 
- Fode-me! instigou-me ela!!!
- Mexe-te! Sou muito senhora na rua mas muito puta na cama, fode cabrão, chama-me puta, chama-me a tua puta, fode a tua puta...
- Isso! Fode-me caralho!
Cavalgando-me cada vez mais rápido. Eu estava a sentir um enorme prazer. 
E sabia que não demoraria muito tempo a vir-me. 
- Oooohhhh! Gemi em já pleno êxtase.
- Isso! Fode! Vem-te dentro de mim! Esporra-me a cona cabrão.
Senti uma vontade doida de agarrar aquelas tetas, estendi os braços e apertei-as nas minhas mãos.
Apertei-as, ao mesmo tempo que sentia uma onda enorme de prazer a partir dos colhões.
- Isso! Apalpa-me, fode e aperta-me! Brinca enquanto me fodes com esse teu caralho bom!
Eu estava já completamente doido. 
Agarrando com força aquelas mamas duras e tesas, senti uma onda de prazer subir-me pelo caralho acima.
Venho-me!
- Oohhhhh!... Vou-me esporrar minha puta, gritei, sentindo correntes de líquido...
- Vem-te! Vem-te dentro de mim! Enche-me a cona de leite, fode a tua puta, dá-me leite.
O caralho deslizava agora melhor dentro dela, que não parava de gritar:
- Fode-me! Fode-me, que estou quase, também!.
- Fode-me porra.
Tentei aguentar. Mas para meu desespero toda a minha carga já tinha saído mas a Miss Blue Eyes não o deixou ir abaixo...
Contraia os musculos da cona, vinha-se mas apertava o caralho e continuava a foder desalmadamente...

Tu, meu macho sedutor

Mr Blue Eyes está sentado no sofá...
Aproximei-me dele, os olhos que me olham e fulminam de desejo.
Fascinante sedução!
Chama-me em silêncio, com a sua presença, a cheiro de macho.
Ele sabe que não vou resistir ao mais pequeno toque.
Não resisto!
A ponta de um dedo desliza pela minha coxa enquanto os seus olhos se cravam no meu rosto.
Descem para as maminhas que parecem latejar.
O seu delicioso instrumento das minhas alegrias repousado sobre a coxa atrai-me e ele sabe que sim.
Aguarda o inegável...
O gesto que se seguirá, o toque dos meus dedos que agarrarão aquela carne quente.
Rodeio-o com ternura, deixando sentir na palma da mão a doce masculinidade que envolvo nos meus dedos encurvados.
Lateja como um bichinho que se sente preso numa gaiola, que se debate, mais para sentir o aperto doce e macio.
Faço-o suspirar.
Abro os dedos, fecho e o olhar dele agudiza-se ao ritmo dos movimentos da minha mão que desliza naquele membro que me faz feliz.
Que se estende lânguida e nervosamente, enquanto a humidade toca na minha pele, exalando odores a prazeres infinitos.
Aos quais não me negarei.
E ele sabe-o...
Depois entrego-me a ele, ao meu macho, provocador, e inconfundivelmente sedutor como eu gosto.
Como é bom depois disto senti-lo dentro de mim.
Fodê-lo!

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Possuída

Numa noite, sozinhos os dois num restaurante, à luz das velas, música ambiente, um programa pensado ao pormenor!
A Miss Blue Eyes tinha-se aprumado, vestido preto curto e justinho ao rabo, sem soutien que com aquele friozinho que se fazia sentir, despertava os bicos das mamas que levemente espetavam-se no vestido.
Nnão resisti a beijá-la apaixonadamente e a meter a mão por dentro do vestido e sentir as mamas com aqueles biquinhos durinhos.
Ela sem hesitação apalpou-me a piça, que ao sentir tão macia massagem começou logo a crescer.
Meti a outra mão por debaixo do vestido e introduzi o dedo na cona, ficando logo molhadinho.
Estávamos a ficar muito tesos, resolvemos ir o mais depressa possível para o restaurante porque senão… Sentamo-nos e ficamos á espera do empregado que logo apareceu colocando duas jarras, uma de agua e outra de sumo na mesa com os cumprimentos da casa.
Pedimos a comida e ali ficamos a provocarmo-nos, roçava o pé na perna dela, chupando a fruta como se de um grelo tratasse, eu sei lá…
Pensei comigo, que foda te dava aqui, logo a minha piça deu sinal.
Começamos a comer...
A Miss Blue Eyes por debaixo da mesa começou a passar a mão na minha piça e ver como ela estava a ficar dura.
Então com grande descontracção meteu o dedo dela na cona e disse-me:
– Estou a escorrer, com fome dessa tua piça.
Por volta da meia-noite, acabamos o jantar.
Pagamos, saímos e mal ela entrou no meu carro, puxou o vestido todo para cima e ficou com aquela coninha á mostra.
– Gostas? Perguntou.
– Já viste o grelo? Diz ela.
E começa ali a massajar a cona e o grelo enquanto eu a todo custo conduzia. A minha piça estalava dentro das calças.
Ela notou e com a outra mão abriu-me a braguilha, acariciando a piça.
Foi acariciando a piça para baixo e para cima, e de repente tirou-o para fora ficando a cabeça de fora que brilhava de tanto tesão.
Ela tirou o cinto de segurança e meteu o pau todo na boca, chupando-o, primeiro levemente e depois com violência mordiscado-lhe a cabeça, enquanto massajava o grelo.
Ali estava no esplendor de tesão, enorme, duro e macio ao mesmo tempo. E eu sem poder fazer nada.
A Miss Blue Eyes chupava com muita vontade, que me esporrei logo.
Tirei o vestido dela e senti os bicos das mamas duros espetados nas minhas mãos.
Olhei para a Miss Blue Eyes, e comecei a chupava-lhe as mamas enquanto lhe metia o dedo na cona, o que a fazia gemer .
Deitei-a miúda e comecei a fazer-lhe um minete.
A cona cheirava a tesão, e quanto mais eu a chupava mais ela ficava molhada e passado algum tempo senti-a gritar entre dentes enquanto com as mãos me apertava a língua contra o grelo, gemendo.
- Eu venho-me caralho! Eu venho-me, eu venho-me… Senti-lhe o corpo em convulsões e a escorrer pela cona abaixo até ao cuzinho.
Meu deus que bom!!!
Então virou-me as costas e pôs aquele cuzinho arrebitado. Que visão, uma cona rapadinha, um grelo inchado de tesão.
Sorriu-me e disse-me:
- Fode-me anda…
Peguei na piça meti-lha na cona e ela mais uma vez gemeu quando sentiu o meu caralho a entrar pela cona.
Ela tornou a pedir:
- Fode-me, mete-me essa piça toda na minha cona.
E assim fiz, ela gemeia e pedia:
- Mete…mete…
E eu continuei a meter.
Que teão.
Diz ela:
- Fode-me mais depressa, mais depressa.
E eu a dizer-lhe:
- Vou –me vir, eu esporro-me…
- Não, ainda não, diz ela.
Não durou muito, ela foi pedindo:
- Mete a piça dizia, mete, que eu venho-me contigo, e assim foi enquanto eu metia e tirava piça e ela massajava o grelo a gemer.
- Foda-se que eu venho-me…
- Fode-me que vou-me vir, mete-o bem fundo…
A minha piça estava quase a estourar, e senti a esporra a subir, esporrei-me todo naquele cona apertadinha.