Blue Eyes

Blue Eyes

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Língua exploradora

Miss Blue Eyes caminhou, aproximando-se como uma gata, movimentos delicados num verdadeiro jogo de sedução, estava assanhada.
De sorriso malandro.
De mente depravada que transbordava malícia, pretendia acção.
Sentou-se sobre o meu membro, quente e pulsante, remexeu e esfregou os lábios do seu sexo no meu pau, pequenos movimentos circulares.
Sentiu de imediato uma subida de temperatura no seu corpo, pressentiu o tesão a germinar, vindo das profundezas, instalando-se aos poucos a cada movimento de anca mais arrojado.
Continuou a caminhada...
Subiu para cima da minha barriga, depois para cima do peito, roçando os seus lábios molhados sobre a minha pele, deixando um rasto do seu íntimo.
Elevou as pernas, presenteando-me com uma visão privilegiada da sua gruta de prazer.
Estava junto da minha face.
Levou as minhas mãos aos peitos acariciando os seios atrevidos, apertando-os com vontade, deixando vislumbrar os mamilos tesos entre os nós dos meus dedos.
Levou a mão direita à boca molhando abundantemente alguns dedos, percorreu com eles o pequeno trajecto até ao seu sexo e com dois dedos apenas afastou os lábios de forma a me provocar.
Não me fiz rogado ao tal chamamento.
Queria provar o fruto.
A minha língua sentiu o sexo quente e molhado. Ela contorcia-se há minha língua exploradora.
Aguentava-se como podia.
Tentava controlar as vagas de energia que a inundavam a cada passagem da minha língua no seu interior.
Sentiu a ponta da língua a percorrer o interior do seu canal rosado, os lábios a serem sugados pela minha boca quente, o palpitante clítoris a ser chupado vezes e vezes sem conta fazendo-a perder a noção da realidade.
Saboreava de forma gulosa as minhas mãos apoiavam-se nas suas pernas sensuais.
O tremor crescia, com pequenos espasmos involuntários, depois o tremelicar que denunciava a perca de controlo. 
Ela perdia-se em gemidos esfregando-se na minha boca.
A respiração era ofegante...
Aumentei a velocidade das minhas investidas, a língua em turbilhão explorava cada saliência.
As investidas exploratórias ao ânus duplicavam o prazer.
Mas o excitante clítoris era o foco predilecto, absorvia-o em sucessivos ataques impetuosos, uma e outra vez.
A zona húmida era um verdadeiro lago.
Miss Blue Eyes tremia agora de forma veemente, a sua respiração já era, o descontrolo era patenteado ao sabor de cada nova passagem de língua no seu interior, o ventre ameaçava entrar em erupção a qualquer segundo.
Estava completamente descontrolada, levando-a a atingir um intenso orgasmo.
Perdeu a noção do espaço, gritou e gritou, contracções ininterruptas arrebatavam todos os seus sentidos,  as pernas tremiam em desassossego tal era a violência do orgasmo.
Que fabuloso que foi...

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