Blue Eyes

Blue Eyes

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Deixa-me tomar conta de ti

Acho delirante...
Gostas de beijar o meu rabo, sinto os teus lábios quentes, uma e outra vez, no meu rabo.
Fazes-me soltar vários gemidos.
Nu, sinto a tua língua, sinto o teu pau nas minhas costas e vais gemendo, sinto-o crescer, desces e entreabres as minhas pernas e sinto-te entrar dentro de mim com uma estocada forte.
Um gemido profundo corta o ar e só as estocadas uma atrás da outra , que me vai provocando gemidos atrás de gemidos.
A forma com que me fodes, deixam fora de mim.
Vais lutando contra o prazer , mas eu quero-te na minha boca.
Meto o teu pau na minha boca doce, e gemes...
- Gosto tanto quando me chupas.
- Então deita para trás e deixa-me tomar conta de ti.
Coloco-o na minha boca , e degusto-o até a meu belo prazer.
Chupo o tronco do teu pau uma e outra vez e ouço os humms humms mais estimulantes.
Estou louca, perdida e cheia de vontade de ti.
Os meus movimentos são mais intensos, quero a tua libertação de prazer , quero a tua loucura, rebenta dentro de mim.

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Excitação do momento

Num dia livre decidi-mos ir fazer umas compras.
Fomos escolher uma lingerie bem sexy e algumas peças de roupa.
Ela dirigiu-se para a zona dos provadores.
Fechei a cortina e disse que apenas queria ver como ficava em lingerie.
Surpreendida, mas também excitada, acedeu, começou a tirar a roupa de forma provocante, excitada pelo perigo da situação.
Eu assistia encostado à parede.
Ela virou-se de costas e ia deixando cair lentamente as peças de roupa aos seus pés.
Estava agora de soutien e cuecas.
Ainda de costas, tira o soutien, fazendo de seguida cair as cuecas muito lentamente, deixando-me apreciar aquele pedaço de cona de trás.
Vestiu de seguida a lingerie. Virou-se para mim.
A lingerie era linda. A cueca deixava ver acona já molhada, enquanto as mamas mostrava já os bicos durinhos.
Eu, já estava com o membro teso, já se podia ver pelo volume saliente nas calças.
Eu estava completamente excitado, aproximei-me dela, encostei o meu pau já duro às suas nádegas, enquanto leva as mãos às mamas.
O caralho estava duríssimo, conforme ela pôde comprovar com uma das mãos que o apertaram por cima das calças.
Apalpar-lhe a cona por cima das cuecas.
- Estás mortinha para que te foda.
Com uma mão dentro das cuecas tocava-lhe o clítoris.
Ela encostada ao espelho sentia-se dominada, e não pôde segurar um gemido.
Ela rebolava o cu no meu caralho, senti-a o volume.
De uma assentada arranco-lhe o soutien, passando a brincar com as tetas dela como se fossem um brinquedo.
Chupava-lhe as mamas, mordia, lambia, apertava os bicos com força e ela gemia de prazer.
- Quero que sejas a minha puta.
- Quero que chupes o meu caralho, para depois te foder até não aguentares mais.
Abre a braguilha e tira o pau para fora, segurando-lhe na cabeça e empurrando-a na direcção do meu caralho enquanto eu dizia baixinho:
- Chupa minha cabra, eu sei que tu gostas de tê-lo todo dentro dessa boca linda...chupa mais... isso... assim...mmm, que me fazes vir, é isso que queres, não é?
Não me importava com mais com nada, queria apenas sentir aquele tesão dentro da boca dela.
Passado pouco tempo, tiro-lhe o pau da boca, fazendo sinal com a cabeça para se levantar.
- Senta-te no banco do provador.
Levanto-lhe uma das pernas, afasto a cueca, já toda molhada, para o lado. Com a língua vou lambendo o clítoris inchado enquanto que um dedo se diverte a penetrar-lhe a cona molhada.
- Fazes-me me vir, sim... não pares… isso... fode-me com os dedos... gostas que eu seja a tua puta? Mete todo ... isso... até ao fundo... porque depois vou querer esse caralho a rebentar comigo...
A minha língua devorava cada centímetro da cona.
Lambia todos os líquidos que escorriam de dentro dela, enquanto ela se vinha fazendo um esforço tremendo para não gritar.
Ao sentir espasmos a percorrerem-lhe o corpo, agarra-me na cabeça com toda a força, obrigando a minha língua a demorar-se no interior da gruta.
Louco de tesão, rapidamente lhe arranquei o resto da roupa que ainda tinha vestida, deixando os sapatos de salto alto e as meias de liga.
Queria foder.
- Anda, minha puta! Monta-te aqui, rápido.
Virando-se de costas para mim, começa a sentar-se e a enterrar o meu pau dentro daquela cona molhadinha.
- Gostas de foder assim, gostas? que caralho bom… que tesão... aaaaaa…
Aumentava o ritmo, deixando-se ser preenchida.
Ela explodia em orgasmos sucessivos...
Agarro-lhe o corpo para não deixar fugir, e lanço-lhe jorradas de esporra para dentro.
Passados uns segundos, levanto-me, viro-a para o espelho, forço-a a baixar-se colocando-lhe os joelhos.
Naquela posição, ambos via-mos a nossa imagem reflectida, o que fazia aumentava o prazer.
Com as mãos, agarro-lhe nas nádegas separando-as ao máximo para que aquela cona se abrisse.
Apontando-lhe o caralho, deslizou para dentro, completamente molhada. 
- Isso cabra, tu gostas que te coma esta cona….. ui está tão molhada com a minha esporra, sua puta.
- Aaaii… que me fodes toda…
- Não pares.
- Geme cabra…assim… gostas?
Umas estocadas mais fortes e uns gemidos mais profundos anunciavam o fim. - Estou-me quase a vir minha puta... vês o que me fazes...
Num ápice sai de dentro dela e posiciono o caralho à altura da cara soltando um forte jacto de esporra na sua boca.
Já não se lembrava de onde estava, gemia alto.
Sentiu-se uma verdadeira puta.
Saí-mos da loja e eu continuava com o caralho duro, porque sabia que ela não tinha cuecas e observava aquele caminhar de puta acabada de ser bem fodida.

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Encaixe

Eu não fodo contigo eu encaixo em ti.

Química inegável...
Tesão constante...
Dois corpos e duas mentes unidas na busca do prazer.
Quando não estou contigo imagino os teus olhos. O teu corpo. O teu cheiro. A tua pele.
Assim que te reencontro mesmo sem te tocar, muita coisa acontece dentro de mim.
Antevejo o teu toque.
Imagino as tuas mãos a percorrerem o meu corpo, a tentar descobrir o que não está à vista dos olhos.
Anseio pelo teu cheiro, sofro por antecipação até finalmente me tocares...
Adoro sentir-me possuída por ti.
Sentir o teu olhar a percorrer cada pedaço obscuro do meu corpo, sentir o teu pecado a me dominar.
Que nome dar ao equilíbrio entre o foder e o fazer amor? 
Talvez não haja um nome para o que fazemos.
Assim sendo, vamos foder à nossa maneira.
Fode comigo como só nós sabemos, fode comigo como se não houvesse amanha.
Fode comigo com a certeza que naquele momento, qualquer recanto do meu corpo é teu.
Fode comigo na certeza de que sem os nossos pilares em sintonia isto não resultaria.
Encontra o meu corpo!!!
Percorre a minha pele, incendeia o meu desejo.
Usa e abusa.
Quero que o uses hoje, amanha e depois...
Porque foder assim, desta forma, é sintonia inigualável, nestas noites eu esqueço o mundo e sou apenas eu e tu.
Quero-te apenas, sentir-te de novo sem roupa, pele com pele, prazer com prazer, gemidos, suor...
Ali, juntos por minutos, horas, o tempo passa a nosso favor.
Observa a nossa entrega!!!
Os orgasmos que oferecemos um ao outro.
Tu és sensual.
A entrega, o poder, a conquista, o desejo.
Ofegantes!!!
Entregarmos um ao outro, entrelaçamos os nossos corpos e descansamos até o desejo pedir mais.