quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

És o meu vicio, adoro que o sejas...

Uma vontade louca.
Despes-me rapidamente, a roupa espalhada pelo chão, as tuas mãos a percorrerem o meu corpo todo.
A minha respiração ofegante, a tua boca no meu sexo, eu encostada a parede gelada.
Mas queria-te sentir, viras-me de costas e entras em mim.
Sentir-te duro, cheio de vontade, começas a bombar.
Os meus gemidos, faz com que me tires o meu primeiro orgasmo.
Grito de prazer, e tu continuas dentro de mim.
E fodes, fodes.
Estás mais duro, sinto-te.
Sem dó entras em mim, solto o gemido, e fodes-me.
Oiço a tua respiração ofegante, queres sentir a minha boca quente a tomar-te todo.
Sentir-te duro na minha boca, chupo-te, sugo-te e olho-te.
Olhas-me e vês como tou gulosa por ti.
Agarras-me nas mamas e apertas.
Os gritos de tesão, a vontade era tanta que viras-me de costas.
Aberta, pronta para ti.
Enfias-te dentro de mim, e fodes como gostamos.
Eu cada vez mais encharcada.
O barulho do meu líquido já se ouve, o que ainda dá mais tesão para continuares a bombar, os corpos a baterem-se e avizinha-se o já esperavamos.
Um orgasmo fenomenal mútuo, onde os gritos ecoam no quarto e o cheiro a sexo emana.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

Xiu, não digas nada

Convido-te... Quero que fiques confortável...
Quero a tua atenção.... que me observes...
Não me tocas, serei eu que farei isso por ti...
Gosto de te provocar...
Sim estou má, mas tu adoras...
Quero mais...
Toco nos meus mamilos, quero que fiquem mais duros, mordo o lábio, consegues perceber o meu tesão...
Sinto-me quente e estou molhada...
A minha mão vai descendo e chega ao sítio onde tu gostas de me ver tocar...
Os dedos ganham vida e introduzo dentro de mim...
Solto gemidos, ficas inquieto e eu olho-te...
Os meus olhos convidam-te, mas ainda não é agora...
Quero deixar-te a explodir, mas não te toques...
Sente as tuas calças a ficarem apertadas do tesão que estás a sentir...
Já me vais ter, mas ainda não é agora...
Xiu, não digas nada, ouve-me e vê-me é tudo para e por ti...

terça-feira, 28 de janeiro de 2020

Percorro cada milímetro

Eu aproximei-me, acaricio as tuas pernas, e exploro as tuas coxas.
As nossas línguas a entrelaçarem-se num longo beijo.
Tu estás ofegante, quente, um animal com cio, mando-te tirar a roupa e ficar só de lingerie.
Deixas cair o vestido preto curto, para revelar uma provocante lingerie preta. Ficas perfeita, uma boa puta.
Pego-te ao colo e deito-te suavemente na cama. Percorro cada milímetro do teu corpo com as minhas mãos e a minha boca, enquanto tu desfrutas de forma obediente. Viro-te para baixo suavemente, para te colocar de quatro. “Quero ver esse delicioso rabo bem de perto!” – digo, enquanto te tiro as cuecas encharcadas.
Estás com tanto tesão que escorre pelas tuas coxas!
A minha língua vai imediatamente explorar, e tu gemes mal sentes o primeiro toque.
A tua cona está a ferver, molhada, inchada de tesão. Tu abres mais as pernas e gemes, enquanto eu te lambo profundamente.
Fode-me!. – pedes entre gemidos.
Eu dou-te uma palmada. Agarro no teu cabelo e guio-te para me chupares.
Chupas-me mesmo bem, puta!
Mas não é na tua boca que me quero vir. 
Uso os meus dedos na tua cona molhada, a escaldar. Tu gemes, gritas, enquanto eu te masturbo cada vez com mais dedos e tu te vens uma e outra vez.
Fode-me, por favor! – imploras!
Hoje não te vou foder, vais ter esse prazer quando eu quiser!. E quando te vens pela enésima vez, sentes o calor do meu leite nas tuas costas a acompanhar os gemidos e urros do meu orgasmo.
Caímos os dois na cama, a recuperar o fôlego dos orgasmos.

Prolongado orgasmo

Estávamos os dois no ponto e só ambicionávamos uma coisa: foder!
Baixei-lhe as calças, ajoelhei-me e fiz-lhe um belo minete, até sentir que ela estava quase a vir-se.
Nesse momento parei e ordenei-lhe que o metesse todo na boca. Ela, satisfeita, assim o fez, primeiro lambendo a minha cabeça corada, depois metendo-o todo na boca e chupando-o.
Meia volta tirava-o e lambia as minhas bolas. Estava-me a saber bem... 
Ela estava preparada para foder muito... E coloquei-a deitada, levantando-lhe a perna direita. Enfiei-lhe numa só estocada, e comecei a foder enquanto ela gemia e me derretia todo com o olhar.
Depois desta posição montou-me com uma verdadeira cavaleira, e finalmente ordenei que se pusesse de gatas. Enfiei o meu pau até ao fundo e eu já não estava a aguentar muito mais.
Enquanto a fodia, ela olhava para trás e berrava, até que enfiou a cara entre as almofadas e se veio, berrando.
Foi um grande e prolongado orgasmo. Mas, faltava eu. Tirei e inundei as mamocas. O meu liquido espesso escorria-lhe por entre o vale das mamas, e ela acabou por esfregá-lo, tal qual um creme de beleza de grande qualidade. Bela visão. Caímos cansados na cama, e trocamos um longo beijo.

Queria-a ali

Eu não conseguia ser gentil, educado, respeitoso, depois de acordado o animal que havia em mim.
Eu queria a outra mulher, escondida nela.
A outra, dentro dela, que sempre me dizia não, com um tremor nos lábios. E eu ficava louco de desejo, cego de emoção com aquele pedaço de perdição.
Eu queria a fêmea, até ao fundo.
Eu queria a mulher, queria-a ali.
Nada de demoras, nenhuma réstia de preliminares quando já tudo o que estava perto, voava pelos ares. Nada de frases feitas, nada de perfume de lençóis, de suavidade de uma cama, mas apenas aquela parede fria, em frente, que estremecia ao ritmo da pressão que se fazia.
E nem uma carícia, uma ternura, cabiam naquele paraíso de loucura.
Tantas vezes a maior prova de amor é a falta de respeito.