Blue Eyes

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quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Interminável

Aproximas-te. Pressentiste que o meu corpo pedia o teu corpo...
Abriste-me as pernas.
Os teus lábios quentes roçaram na minha pele, no interior das minhas coxas, provocando-me arrepios, dos bons... Foste descendo, devagar.
Sempre que te sentia aproximar dos meus lábios molhados, voltavas a afastar-te, lentamente. Subias e descias as minhas coxas como quem passeia apreciando a paisagem.
As tuas mãos juntar-se a nós.
Tocaram-me com doçura!
Um apertar de tesão.
Escorregas-te a tua língua e ficaste ali, entre as minhas pernas, a sentir a doçura do meu mel e os movimentos subtis das minhas ancas.
Lambeste-me, sentis-te o meu sabor, com desejo e com calma.
Abriste-me com as pontas dos dedos!
Deste-me mais, devagar, com a tua língua no meu clitóris quente.
Deliciavas-te ao sentires-me contorcer nas tuas mãos e na tua boca.
Deslizaste o dedo molhado para dentro de mim, tocando naquele ponto que me faz vibrar.
Aceleraste, língua e dedos, fazendo-me soltar gemidos.
Aceleraste mais e mais ainda.
Senti-me como se estivesse num carrossel, daqueles que giram muito depressa, tão rápido que deixamos de ver o mundo girar do lado de fora.
Deixei de ver, de ouvir, para só sentir a tua língua, os teus dedos e o fim já tão próximo.
O fim.
Que quando chegou me inundou de prazer.
Fez-me gemer e gritar alto,num imenso gozo do meu orgasmo.

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Perdida de tesão

Deste-me um beijo interminável na boca.
Deitei-me para as esticar, estender-me e dobrar as pernas.
Fechei os olhos...
Abriste-me as pernas.
Os teus lábios quentes roçaram a pele no interior das minhas coxas, provocando-me arrepios, dos bons...
Foste descendo, devagar.
Sentia-te aproximar dos meus lábios molhados.
As tuas mãos tocaram-me no rabo com doçura, com apertar de tesão.
Deixaste escorregar a tua língua. Ficaste ali, entre as minhas pernas, a sentir a doçura do meu mel.
Lambeste-me como se fosse a última vez que pudesses sentir o meu sabor, sôfrego mas paciente, com desejo e com calma.
Abriste-me com a ponta do dedo, provocando as minhas ancas que se mexiam na tentativa vã de obrigar os teus dedos a penetrar-me.
Deste-me mais um bocadinho, devagar, enquanto o meu clitóris se submetia à tua língua quente.
Deliciavas-te ao sentires-me contorcer nas tuas mãos e na tua boca.
Finalmente deslizaste o dedo molhado para dentro de mim, tocando ao de leve naquele ponto que me faz vibrar.
Aceleraste, língua e dedos, fazendo-me soltar gemidos abafados.
Aceleraste mais e mais ainda.
Senti-me como se estivesse num carrossel, daqueles que giram muito depressa, tão rápido que deixamos de ver o mundo girar do lado de fora.
Deixei de ver, de ouvir, para só sentir a tua língua, os teus dedos e o fim já tão próximo.
O fim chegou...
Inundei de prazer. Fizeste-me gemer e gritar bem alto, com o intenso orgasmo que tinhas acabado de me dar.